Os cinco macacos

 A história dos cinco macacos é um velho conto que se popularizou como um exemplo de como nossas atitudes e ações podem ser influenciadas pelo grupo ao qual pertencemos. Ela também nos lembra da importância de questionar o que nos é dito e de pensar por nós mesmos.

macaco

A história diz que havia cinco macacos em uma jaula. No topo da jaula, havia um cacho de bananas. Quando um macaco subia na jaula para pegar a banana, os outros macacos eram borrifados com água fria. Depois de algum tempo, todos os macacos aprenderam a não subir na jaula, mesmo quando a banana estava lá.

Um dia, um dos macacos foi substituído por um novo macaco. Quando ele tentou subir na jaula para pegar a banana, os outros macacos o impediram. Eles não sabiam por que não podiam subir na jaula, mas aprenderam a agir dessa maneira pelo condicionamento que sofreram.

Um a um, os outros macacos foram substituídos por novos macacos. No final, todos os macacos na jaula eram novos, mas continuavam a impedir que qualquer um deles subisse na jaula para pegar a banana, sem saber o motivo.

Essa história é uma metáfora para como muitas vezes seguimos regras e atitudes simplesmente porque foram transmitidas a nós pelo grupo ao qual pertencemos, sem questionar se essas regras ou atitudes são realmente importantes ou corretas. Ela nos lembra da importância de questionar o que nos é dito e de pensar por nós mesmos.

Em nossas vidas, muitas vezes nos encontramos em situações em que somos pressionados a agir de determinada maneira porque “é assim que as coisas são feitas”. Mas é importante lembrar que nós sempre temos a opção de questionar as normas e atitudes estabelecidas e de formar nossas próprias opiniões.

Por exemplo, se todos em nossa comunidade insistem que determinado comportamento é errado, é importante questionar por que isso é considerado errado e se realmente acreditamos nisso. Talvez haja razões válidas para essa atitude, mas também pode ser que essa atitude esteja baseada em preconceitos ou crenças equivocadas.

Não é fácil questionar o status quo e ir contra a corrente, mas é essencial se quisermos evoluir como indivíduos e como sociedade. Ao questionarmos nossas próprias atitudes e as dos outros, podemos chegar a compreensões mais profundas e a soluções mais criativas e inovadoras para os problemas que enfrentamos.

A história dos cinco macacos nos lembra da importância de questionar as normas e atitudes estabelecidas, de pensar por nós mesmos e de ter a coragem de ir contra a corrente quando acreditamos que é necessário. Ao fazermos isso, podemos evoluir como indivíduos e como sociedade, e encontrar soluções mais criativas e inovadoras para os desafios que enfrentamos.

Por :Provocações Filosoficas no facebook 


O Espelho da Alma

 Em uma cidade pequena e tranquila, havia um misterioso espelho que se dizia capaz de refletir a alma das pessoas. Dizia-se que olhar para este espelho revelaria a verdade mais profunda sobre a própria personalidade. No entanto, ninguém ousou experimentá-lo, até que um psicólogo chamado Daniel, cheio de curiosidade, decidiu enfrentar o desafio.

Ele caminhou até a loja de antiguidades onde o espelho estava guardado e o comprou. No momento em que se viu refletido nele, Daniel viu não apenas seu rosto, mas todas as camadas de sua personalidade. Ele viu suas inseguranças, seus medos, mas também suas virtudes e qualidades ocultas. A experiência foi tão intensa que ele quase se viu perdendo o senso de identidade.

SergiusFonsecca

Ao longo dos dias, Daniel continuou a se confrontar com o espelho, explorando seu interior e trabalhando em seus próprios desafios psicológicos. À medida que enfrentava seus medos e inseguranças, o reflexo no espelho começou a mudar, tornando-se mais confiante e seguro. Ele estava aprendendo a se conhecer de uma maneira profunda e significativa.

A história explora a jornada de autodescoberta de Daniel, mostrando como o espelho se tornou uma metáfora poderosa para a psicologia humana. Ele descobriu que não apenas refletia a alma, mas também ajudava a transformá-la. O espelho, afinal, representava a capacidade que todos nós temos de crescer, superar desafios e nos tornar versões melhores de nós mesmos.

Essa história psicológica nos lembra da importância de nos conhecermos, enfrentarmos nossos medos e inseguranças, e como a autodescoberta pode levar a um crescimento pessoal significativo.

Por : Sérgius Fonsecca

Citação de Caio F.de Abreu
"Relacionamento não é só prazer, não é só festa, viagem, risada, diversão, sexo, brinde, beijo e cumplicidade." 
Relacionamento tem fases chatas, de vez em quando tem briga, discussão, rotina, implicâncias, ciúme, bate boca.
A gente tem que lidar, conviver e amar uma pessoa que veio de outra família, outro mundo, tem outra criação, outros costumes, outros pensamentos, outro cheiro, outro jeito. Você tem que aceitar aquela pessoa como ela é, e isso dá muito trabalho. O amor é lindo sim, e ele é a maior recompensa para quem não tem medo de absolutamente nada. Amor é querer estar com a pessoa independente de qualquer coisa ou situação. Pelo simples fato de amar estar junto." 
-Caio Fernando de Abreu
Caio-fernando
Talvez um voltasse, talvez o outro fosse. Talvez um viajasse, talvez outro fugisse. Talvez trocassem cartas, telefonemas noturnos, dominicais, cristais e contas por sedex (...) talvez ficassem curados, ao mesmo tempo ou não. Talvez algum partisse, outro ficasse. Talvez um perdesse peso, o outro ficasse cego. Talvez não se vissem nunca mais, com olhos daqui pelo menos, talvez enlouquecessem de amor e mudassem um para a cidade do outro, ou viajassem junto para Paris (...) talvez um se matasse, o outro negativasse. Seqüestrados por um OVNI, mortos por bala perdida, quem sabe. Talvez tudo, talvez nada.


-Caio Fernando de Abreu

Cultive, cuide, queira bem, o resto vem.
A Jornada dos Dois Monges

 Aprendendo a Deixar o Passado para Trás

Essa é a história de dois monges que estavam viajando juntos. Um dia, eles chegaram a um rio muito largo e profundo, e lá encontraram uma mulher que precisava ser transportada para o outro lado. Os monges eram rigorosamente treinados para evitar qualquer contato físico com mulheres, mas não sabiam o que fazer.

Dois Monges atravessando o rio

O primeiro monge, sem pensar duas vezes, carregou a mulher nos braços e a levou para o outro lado do rio. O segundo monge, porém, ficou muito chocado com a atitude do primeiro e não falou com ele pelo resto da viagem.

Quando chegaram ao mosteiro, o segundo monge contou ao abade o que havia acontecido e pediu ajuda para entender a situação. O abade então lhe disse: “Aquele monge deixou a mulher no rio, mas você ainda está carregando-a consigo”.

Essa história pode ser interpretada de várias maneiras, mas uma das principais lições é sobre a natureza da mente e como nós carregamos nossos pensamentos e sentimentos conosco, mesmo depois de deixarmos uma situação. O primeiro monge foi capaz de ajudar a mulher sem se preocupar com as regras do mosteiro, enquanto o segundo monge ainda estava preso a suas preocupações e julgamentos.

A história também toca em temas como a importância da compaixão e da ajuda ao próximo, bem como a liberdade de deixar de lado as regras e convenções sociais para fazer a coisa certa.

Essa história nos lembra que a verdadeira liberdade vem de dentro de nós mesmos, e que é importante questionar as normas e convenções que nos são impostas, a fim de encontrar nosso próprio caminho e fazer a escolha certa.

Fonte Original aqui no link: © Provocações Filosóficas - 2024



A Borboleta e o Búffalo

 A borboleta encontrou o búfalo ferido e inconsciente, com uma flecha cravada no corpo. Ao tentar tirar a flecha, o búfalo despertou do desmaio.

O buffalo com Borboleta

— Não preciso da sua ajuda! Me deixa em paz! — gritou o búfalo, empurrando a borboleta com força e machucando-a um pouco.

A borboleta, ferida, saiu mancando e foi direto para a caverna onde costumava chorar sempre que o búfalo a maltratava. Assim que se recuperou, voltou trazendo uma planta medicinal para tentar curá-lo. Mais uma vez, recebeu um coice. Mas desta vez, o búfalo usou tanta força que a deixou gravemente ferida.

— Some daqui! — gritava o búfalo, sem perceber que a borboleta estava morrendo por causa dos seus golpes.

Mesmo ferida, ela deixou a planta medicinal ao lado do búfalo.

— Sabe, búfalo… às vezes eu acho que você não me ama — disse a borboleta, com os olhos cheios de lágrimas.

— E não amo mesmo! Eu te odeio! — respondeu o búfalo.

A borboleta se arrastou, cansada pela dor, e foi direto para sua caverna chorar. Mas dessa vez… não voltou.

Com o passar do tempo, o búfalo começou a sentir sua falta. Lembrou-se dos gestos carinhosos, dos presentes, dos sorrisos… da doçura da borboleta. Mas agora só restava a tristeza. Um vazio profundo. Um buraco no peito que nada conseguia preencher.

Já não comia, não dormia… mancava e vivia com medo de tê-la matado por pura ignorância. Ao seu lado, a planta medicinal — o último presente que ela havia deixado — estava agora murcha.

O búfalo não aguentou mais. Saiu em busca da borboleta. Foi direto para a caverna onde ela costumava chorar. Entrou com esperança... mas ela não estava lá. Apenas um silêncio pesado. Um vazio esmagador.

Encostou-se numa pedra e começou a chorar.

Então a pedra perguntou:

— Por que você chora, homem?

— É que... eu amava uma borboleta alegre, feliz, generosa… mas ela morreu. Eu… eu… — gaguejou — acho que fui eu quem a matou...

As lágrimas escorriam pelo seu rosto enquanto falava.

A pedra respondeu:

— É verdade que você a amava?

— Claro! E não era pouco! — respondeu ele.

— E por que nunca disse isso a ela?

— Não sei… achava mais fácil dizer que a odiava...

De repente, a borboleta saiu de trás da pedra que “falava” com ele:

— Você já viu pedra falar, bobinho? Sou eu que estou falando! Eu estou viva! Não morri!

O búfalo se desfez em emoção e começou a gritar:

— Eu te odeio! Eu te odeio!

Mas enquanto dizia isso… abraçava a borboleta com força.

Mesmo depois de tudo aquilo, ele nunca disse claramente que a amava.

E assim é a vida: há muitas pessoas que nunca dirão essas palavras.

Mas o amor… está ali, em silêncio, escondido no fundo do coração.

Moral da história:

Existem pessoas incapazes de expressar com palavras o que sentem. Pessoas que, por medo, orgulho ou feridas do passado, preferem machucar a mostrar sua vulnerabilidade. Mas não confunda o silêncio com ausência de amor.

Às vezes, os gestos mais duros escondem os sentimentos mais verdadeiros.

E embora nem todos saibam dizer “eu te amo”, seus atos — quando vêm do coração — gritam aquilo que seus lábios não conseguem dizer.

Aprenda a enxergar além das palavras, porque quem ama de verdade, às vezes, só sabe amar do seu jeito... mesmo que esse jeito seja imperfeito e doloroso.

Kelvim.oficial 

Veja também aqui " O homem segundo a Bíblia "

A Lição de Pedrito

No primeiro dia de aula, Dona Tomasa olhou para sua turma do quinto ano e fez uma promessa: trataria todos com igualdade. Não teria preferências nem desprezaria ninguém. Mas logo percebeu o quão difícil seria manter sua palavra.

Já tinha lidado com alunos difíceis, mas nenhum como Pedrito. Chegava sujo, não fazia os deveres de casa, dormia durante as aulas ou perturbava os colegas. Era um verdadeiro fardo. Um dia, esgotada, foi até a diretora.

— Eu não sou professora para aturar a impertinência de uma criança mimada! Já estamos quase no Natal, e espero não vê-lo de volta em janeiro.

A diretora nada disse. Apenas pegou um arquivo e entregou-lhe o histórico de Pedrito. Dona Tomasa começou a ler sem interesse, mas, à medida que avançava, sentiu o coração se apertar.

Primeira série: “Pedrito é brilhante e amigável. Sempre traz um sorriso no rosto. Seus colegas o adoram. Entrega seus trabalhos com dedicação. É um prazer tê-lo na turma.”

Segunda série: “Pedrito continua um excelente aluno, mas anda triste. Sua mãe está gravemente doente.”

Terceira série: “A morte da mãe foi um golpe insuportável. Pedrito perdeu o interesse em tudo e chora constantemente. Seu pai parece indiferente e, suspeito, violento.”

Quarta série: “Pedrito está cada vez mais fechado. Não tem amigos. Quando tento conversar com ele, cala-se e se afasta. Está afundando na solidão.”

Naquela tarde, Dona Tomasa não conseguiu conter as lágrimas. Pela primeira vez, enxergava Pedrito de verdade.

No dia seguinte, seus alunos lhe trouxeram presentes de Natal, embrulhados em papéis finos e coloridos. Pedrito também trouxe o dele: um pequeno saco de papel amassado. Quando a professora o abriu, encontrou uma velha pulseira, sem algumas pedras, e um frasco quase vazio de perfume.

Os colegas riram. Mas Dona Tomasa, sem hesitar, colocou a pulseira e borrifou o perfume nos pulsos. O riso cessou.

Pedrito ficou até o último momento na sala. Antes de sair, sussurrou:

— Hoje, a senhora cheira como a minha mãe.

Naquela noite, sozinha em casa, Dona Tomasa chorou longamente. Decidiu que, a partir daquele dia, não ensinaria apenas leitura, escrita e matemática. Ensinar-lhe-ia o mais importante: o amor.

Quando as aulas recomeçaram em janeiro, ela chegou usando a pulseira da mãe de Pedrito e algumas gotas do perfume. O sorriso do menino foi sua verdadeira resposta.

Com o tempo, a semente de carinho plantada em seu coração floresceu. Pedrito voltou a ser aplicado, voltou a se interessar pelos estudos, voltou a sonhar. No final do ano, Dona Tomasa já não podia negar: Pedrito tinha se tornado seu aluno mais especial.

Os anos passaram. Pedrito foi para a faculdade e perdeu contato com sua professora. Até que, um dia, Dona Tomasa recebeu uma carta. Era do Dr. Pedro Altamira. Ele contava que havia concluído sua graduação em Medicina e estava prestes a se casar. E queria que sua antiga professora fosse sua madrinha.

No dia do casamento, Dona Tomasa usou novamente a pulseira sem pedras e o perfume da mãe de Pedrito. Quando ele a viu, correu para abraçá-la. Emocionado, sussurrou:

— Devo tudo à senhora, Dona Tomasa.

Com os olhos marejados, ela respondeu:

— Não, Pedrito. Foi você que me salvou. Foi você quem me ensinou a maior lição da minha vida — aquela que nenhum professor me ensinou na faculdade: me ensinaste a ser professora.

 Lição de vida

Um homem matou um boi grande e começou a assá-lo, entretanto disse à sua filha: - Filha, chama os nossos entes queridos e vizinhos para comerem conosco...vamos banquetear!

Festa-familia

A filha dele foi para a rua e começou a gritar: - Por favor, ajudem-nos a apagar um fogo na casa do meu pai!

Depois de alguns momentos, um pequeno grupo de pessoas saiu de casa e o resto agiu como se não tivessem ouvido os gritos de socorro. 

Quem apareceu comeu e bebeu até inchar... 

O pai atordoado virou-se para a sua filha e disse-lhe: 

- Não conheço nenhuma das pessoas que vieram, nunca as vi antes...onde estão nossos entes queridos, família e colegas?!!...

A filha respondeu: - Estas pessoas saíram das suas casas para nos ajudar a apagar o fogo em nossa casa, não para a festa. 

Estes são os que merecem a nossa generosidade e hospitalidade...

Conclusão: Aqueles que não te ajudar durante a tua luta, não devem comer contigo na festa da vitória...

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